sexta-feira, 1 de maio de 2009
Terça Insana
Sobe no palco do Teatro Claudio Santoro a trupe Terça Insana, com humor sarcástico e irreverente visitam Brasília neste final de semana nos dias 02 e 03 de Maio, o show não é recomendado para quem está sem grana, a bagatela do ingresso está em R$ 80,00 e R$ 40,00 (meia). Ótimo espetáculo!!!
O fim da mulher-homem
Encontrei esta reportagem e a achei muito interessante, postei para uma boa leitura e reflexão sobre a sociedade ainda medieval em alguns países...
Pashe Keqi recorda-se do dia em que decidiu se tornar homem, quase 60 anos atrás. Ela cortou os cabelos longos, negros e cacheados, trocou o vestido pela calça larga do seu pai, armou-se de um fuzil de caça e jurou nunca se casar, fazer sexo ou ter filhos.
Na sociedade conservadora e fechada da zona rual do norte da Albânia, a troca de gênero era vista como solução prática para famílias com poucos homens. O pai de Keqi tinha sido assassinado sem deixar nenhum herdeiro masculino. Seguindo um costume antigo, Keqi, hoje com 78 anos, fez o juramento de virgindade vitálicia. Tornou-se patriarca da família e passou a viver como homem, com toda a arrogância e pompa que acompanham o gênero masculino, incluindo a obrigação de vingar a morte de seu pai.
Hoje, diz Keqi com a igualdade sexual, a invasão da internet e MTV e a modernidade chegando a Albânia, sua escolha por ser homem está quase extinta, "meninas não querem mais virar homem". A tradição está se extinguindo e hoje como Keqi restam apenas 40 outras.
Keqi senta-se com as pernas abertas como homem e gosta de tomar "raki" aguardente local, diz " naquela época era melhor ser homem porque uma mulher e um animal eram vistos como a mesma coisa, hoje, as mulheres albanesas tem direitos iguais e chegam até serem mais poderosas, acredito que seria divertido ser mulher nos tempos atuais".
fonte: The New York Times
Pashe Keqi recorda-se do dia em que decidiu se tornar homem, quase 60 anos atrás. Ela cortou os cabelos longos, negros e cacheados, trocou o vestido pela calça larga do seu pai, armou-se de um fuzil de caça e jurou nunca se casar, fazer sexo ou ter filhos.
Na sociedade conservadora e fechada da zona rual do norte da Albânia, a troca de gênero era vista como solução prática para famílias com poucos homens. O pai de Keqi tinha sido assassinado sem deixar nenhum herdeiro masculino. Seguindo um costume antigo, Keqi, hoje com 78 anos, fez o juramento de virgindade vitálicia. Tornou-se patriarca da família e passou a viver como homem, com toda a arrogância e pompa que acompanham o gênero masculino, incluindo a obrigação de vingar a morte de seu pai.
Hoje, diz Keqi com a igualdade sexual, a invasão da internet e MTV e a modernidade chegando a Albânia, sua escolha por ser homem está quase extinta, "meninas não querem mais virar homem". A tradição está se extinguindo e hoje como Keqi restam apenas 40 outras.
Keqi senta-se com as pernas abertas como homem e gosta de tomar "raki" aguardente local, diz " naquela época era melhor ser homem porque uma mulher e um animal eram vistos como a mesma coisa, hoje, as mulheres albanesas tem direitos iguais e chegam até serem mais poderosas, acredito que seria divertido ser mulher nos tempos atuais".
fonte: The New York Times
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